Assistam ao vídeo e vejam. O fato é extremamente curioso e interessante, principalmente quando se sabe que a religião judaica não faz proselitismo, ou seja, não tem pregadores, não sai por aí arrebanhando fiéis, ao contrário de várias outras. (obrigado Elio F. pela dica).
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Conversões ao judaísmo na Colombia.
Assistam ao vídeo e vejam. O fato é extremamente curioso e interessante, principalmente quando se sabe que a religião judaica não faz proselitismo, ou seja, não tem pregadores, não sai por aí arrebanhando fiéis, ao contrário de várias outras. (obrigado Elio F. pela dica).
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Venezuela importa assassino cubano para reprimir a oposição
Hoje você pode ver no vídeo acima uma homenagem a uma data que nossa mídia fez questão de esquecer, mas que o fantástico NOTALATINA, da minha amiga Graça Salgueiro não deixou passar em branco. Aliás, o NOTALATINA é O lugar para se manter informado sobre o que ocorre na América Latina, especialmente sobre a Ilha Presídio (Cuba).
O título deste post, por exemplo, foi extraído de uma excelente matéria publicado pela Graça e cuja leitura é obrigatória para quem se interessa e se preocupa pelo destino do continente, e em especial pelo Brasil, já que nosso governo adora Fidel e sequazes.
A matéria pode ser lida clicando AQUI. O jornal O Globo falou no tal general outro dia, mas não entrou em tantos detalhes quanto o NOTALATINA, certamente temendo sofrer o destino das emissoras venezuelanas que já foram fechadas por Hugo Chávez.
Não deixem de conferir. É assustador o que vem acontecendo logo ali, na fronteira de nosso país, e sem uma única palavra contrária do Itamaraty que foi tão pródigo em condenações no caso de Honduras.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Judeus de seis braços

Conferência proferida por Pilar Rahola (jornalista cristã espanhola, como sempre muito lúcida e clara) durante o "Fórum Global para Combate ao Antissemitismo", realizado no dia 16 de dezembro, em Jerusalém. (obrigado pela dica Ary K., companheiro de viagem ao outro lado do planeta).
Segunda-feira à noite, em Barcelona. No restaurante, uma centena de advogados e juízes. Eles se encontraram para ouvir minhas opiniões sobre o conflito do Oriente Médio. Eles sabem que eu sou um barco heterodoxo, no naufrágio do pensamento único, que reina em meu país, sobre Israel. Eles querem me escutar. Alguém razoável como eu, dizem, por que se arrisca a perder a credibilidade, defendendo os maus, os culpados? Eu lhes falo que a verdade é um espelho quebrado, e que todos nós temos algum fragmento. E eu provoco sua reação: "todos vocês se sentem especialistas em política internacional, quando se fala de Israel, mas na realidade não sabem nada. Será que se atreveriam a falar do conflito de Ruanda, da Caxemira, da Chechenia?". Não. São juristas, sua área de atuação não é a geopolítica. Mas com Israel se atrevem a dar opiniões. Todo mundo se atreve. Por quê? Porque Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo. E, porque faz parte da coisa politicamente correta, porque parece solidariedade humana, porque é grátis falar contra Israel. E, deste modo, pessoas cultas, quando leem sobre Israel estão dispostas a acreditar que os judeus têm seis braços, como na Idade Média, elas acreditavam em todo tipo de barbaridades. Sobre os judeus do passado e os israelenses de hoje, vale tudo.
A primeira pergunta é, portanto, por que tanta gente inteligente, quando fala sobre Israel, se torna idiota. O problema que temos, nós que não demonizamos Israel, é que não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo. O pensamento intelectual e o jornalismo internacional renunciaram a Israel. Não existem. É por isso que, quando se tenta ir mais além do pensamento único, passa-se a ser o suspeito, o não solidário e o reacionário, e o imediatamente segregado. Por quê? Eu tento responder a esta pergunta há anos: por quê? Por que de todos os conflitos do mundo, só este interessa? Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência? Por que triunfa a mentira e a manipulação informativa, com tanta facilidade? Por que tudo é reduzido a uma simples massa de imperialistas assassinos? Por que as razões de Israel nunca existem? Por que as culpas palestinas nunca existem? Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro? Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima?
Eu não acredito que exista uma única resposta a estas perguntas. Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito. Se, além disso, nós aceitarmos que ser anti-Israel é a nova forma de ser antissemita, concluímos que mudaram as circunstâncias, mas se mantiveram intactos os mitos mais profundos, tanto do antissemitismo cristão medieval, como do antissemitismo político moderno. E esses mitos desembocam no que se fala sobre Israel. Por exemplo, o judeu medieval que matava as crianças cristãs para beber seu sangue, se conecta diretamente com o judeu israelense que mata as crianças palestinas para ficar com suas terras. Sempre são crianças inocentes e judeus de intenções obscuras. Por exemplo, a ideia de que os banqueiros judeus queriam dominar o mundo através dos bancos europeus, de acordo com o mito dos Protocolos (dos Sábios de Sião), conecta-se diretamente com a ideia de que os judeus de Wall Street dominam o mundo através da Casa Branca. O domínio da imprensa, o domínio das finanças, a conspiração universal, tudo aquilo que se configurou no ódio histórico aos judeus, desemboca hoje no ódio aos israelenses. No subconsciente, portanto, fala o DNA antissemita ocidental, que cria um eficaz caldo de cultura. Mas, o que fala o consciente? Por que hoje surge com tanto virulência uma intolerância renovada, agora centrada, não no povo judeu, mas no estado judeu? Do meu ponto de vista, há motivos históricos e geopolíticos, entre outros o sangrento papel soviético durante décadas, os interesses árabes, o antiamericanismo europeu, a dependência energética do Ocidente e o crescente fenômeno islâmico.
Mas também surge de um conjunto de derrotas que nós sofremos como sociedades livres e que desemboca em um forte relativismo ético.
Derrota moral da esquerda. Durante décadas, a esquerda ergueu a bandeira da liberdade, onde houvesse injustiça, e foi a depositária das esperanças utópicas da sociedade. Foi a grande construtora do futuro. Apesar da maldade assassina do stalinismo ter afundado essas utopias e ter deixado a esquerda como o rei que estava nu, despojado de trajes, ela conservou intacta sua auréola de lutadora, e ainda dita as regras do que é bom e ruim no mundo. Até mesmo aqueles que nunca votariam em posições de esquerda, concedem um grande prestígio aos intelectuais de esquerda, e permitem que sejam eles os que monopolizam o conceito de solidariedade. Como fizeram sempre. Deste modo, os que lutavam contra Pinochet, eram os lutadores pela liberdade, mas as vítimas de Castro são expulsas do paraíso dos heróis e transformadas em agentes da CIA, ou em fascistas disfarçados. Eu me lembro, perfeitamente, como, quando era jovem, na Universidade combativa da Espanha de Franco, ler Solzhenitsyn era um horror! E deste modo, o homem que começou a gritar contra o buraco negro do Gulag stalinista, não pôde ser lido pelos lutadores antifranquistas, porque não existiam as ditaduras de esquerda, nem as vítimas que as combatiam.
Essa traição histórica da liberdade se reproduz no momento atual, com precisão matemática. Também hoje, como ontem, essa esquerda perdoa ideologias totalitárias, se apaixona por ditadores e, em sua ofensiva contra Israel, ignora a destruição de direitos fundamentais. Odeia os rabinos, mas se apaixona pelos imãs; grita contra o Tzahal (Exército israelense), mas aplaude os terroristas do Hamas; chora pelas vítimas palestinas, mas rejeita as vítimas judias; e, quando se comove pelas crianças palestinas, só o faz se puder acusar os israelenses. Nunca denunciará a cultura do ódio, ou sua preparação para a morte, ou a escravidão que suas mães sofrem. E enquanto iça a bandeira da Palestina, queima a bandeira de Israel. Um ano atrás, eu fiz as seguintes perguntas no Congresso do AIPAC (Comitê de Assuntos Públicos EUA-Israel) em Washington: "Que profundas patologias alijam a esquerda de seu compromisso moral? Por que nós não vemos manifestações em Paris, ou em Barcelona, contra as ditaduras islâmicas? Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres muçulmanas? Por que eles não se manifestam contra o uso de crianças-bomba, nos conflitos onde o Islã está envolvido? Por que a esquerda só está obcecada em lutar contra duas das democracias mais sólidas do planeta, e as que sofreram os ataques mais sangrentos, os Estados Unidos e Israel?"
Porque a esquerda, que sonhou utopias, parou de sonhar, quebrada no muro de Berlim do seu próprio fracasso. Já não tem ideias, e sim slogans. Já não defende direitos, mas preconceitos. E o preconceito maior de todos é o que tem contra Israel. Eu acuso, portanto, de forma clara: a principal responsabilidade pelo novo ódio antissemita, disfarçada de posições anti-Israel, provém desses que deveriam defender a liberdade, a solidariedade e o progresso. Longe disto, eles defendem os déspotas, esquecem suas vítimas e permanecem calados perante as ideologias medievais que querem destruir a civilização. A traição da esquerda é uma autêntica traição à modernidade.
Derrota do jornalismo. Temos um mundo mais informado do que nunca, mas nós não temos um mundo melhor informado. Pelo contrário, os caminhos da informação mundial nos conectam com qualquer ponto do planeta, mas eles não nos conectam nem com a verdade, nem com os fatos. Os jornalistas atuais não precisam de mapas, porque têm o Google Earth, eles não precisam saber história, porque têm a Wikipedia. Os jornalistas históricos que conheciam as raízes de um conflito, ainda existem, mas são espécies em extinção, devorados por este jornalismo tipo hambúrguer, que oferece fast food de notícias, para leitores que querem fast food de informação. Israel é o lugar mais vigiado do mundo e, ainda assim, o lugar menos compreendido do mundo. Claro que, também influencia a pressão dos grandes lobbys dos petrodólares, cuja influência no jornalismo é sutil, mas profunda. Qualquer mídia sabe que se falar contra Israel não terá problemas. Mas, o que acontecerá se criticar um país islâmico? Sem dúvida, então, sua vida ficará complicada. Não nos confundamos. Parte da imprensa, que escreve contra Israel, se veria refletida na frase afiada de Goethe: "ninguém é mais escravo do que aquele que se acha livre, sem sê-lo". Ou também em outra, mais cínica de Mark Twain: "conheça primeiro os fatos e logo os distorça quanto quiser".
Derrota do pensamento crítico. A tudo isto, é necessário somar o relativismo ético, que define o momento atual, e que é baseado, não na negação dos valores da civilização, mas na sua banalização. O que é a modernidade? Pessoalmente a explico com este pequeno relato: se eu me perdesse em uma ilha deserta, e quisesse voltar a fundar uma sociedade democrática, só necessitaria de três livros: as Tábuas da Lei, que estabeleceram o primeiro código de comportamento da modernidade. "O não matarás, não roubarás", fundou a civilização moderna. O código penal romano. E a Declaração dos Direitos Humanos. E com estes três textos, começaríamos novamente. Estes princípios que nos endossam como sociedade, são relativizados, até mesmo por aqueles que dizem defendê-los. "Não matarás", depende de quem seja o objeto, pensam aqueles que, por exemplo, em Barcelona, se manifestam aos gritos a favor do Hamas. "Vivam os direitos humanos", depende de a quem se aplica, e por isso milhões de mulheres escravas não preocupam. "Não mentirás", depende se a informação for uma arma de guerra a favor de uma causa. A massa crítica social se afinou e, ao mesmo tempo, o dogmatismo ideológico engordou. Nesta dupla mudança de direção, os fortes valores da modernidade foram substituídos por um pensamento fraco, vulnerável à manipulação e ao maniqueísmo.
Derrota da ONU. E com ela, uma firme derrota dos organismos internacionais, que deveriam cuidar dos direitos humanos, e que se tornaram bonecos destroçados nas mãos de déspotas. A ONU só serve para que islamofascistas, como Ahmadinejad, ou demagogos perigosos, como Hugo Chávez, tenham um palco planetário de onde cuspir seu ódio. E, claro, para atacar Israel sistematicamente. A ONU, também, vive melhor contra Israel.
Finalmente, derrota do Islã. O Islã das luzes sofre hoje o ataque violento de um vírus totalitário ,que tenta frear seu desenvolvimento ético. Este vírus usa o nome de D'us para perpetrar os horrores mais inimagináveis: apedrejar mulheres, escravizá-las, usar grávidas e jovens com atraso mental como bombas humanas, educar para o ódio, e declarar guerra à liberdade. Não esqueçamos, por exemplo, que nos matam com celulares conectados, via satélite, com a Idade Média. Se o stalinismo destruiu a esquerda, e o nazismo destruiu a Europa, o fundamentalismo islâmico está destruindo o Islã. E também tem, como as outras ideologias totalitárias, um DNA antissemita. Talvez o antissemitismo islâmico seja o fenômeno intolerante mais sério da atualidade, e não em vão afeta mais de 1,3 bilhões de pessoas educadas, maciçamente, no ódio ao judeu.
Na encruzilhada destas derrotas, se encontra Israel. Órfão de uma esquerda razoável, órfão de um jornalismo sério e de uma ONU digno, e órfão de um Islã tolerante, o Estado de Israel sofre com o paradigma violento do século XXI: a falta de compromisso sólido com os valores da liberdade. Nada é estranho. A cultura judaica encarna, como nenhuma outra, a metáfora de um conceito de civilização que hoje sofre ataques por todos os flancos. Vocês são o termômetro da saúde do mundo. Sempre que o mundo teve febre totalitária, vocês sofreram. Na Idade Média espanhola, nas perseguições cristãs, nos progroms russos, no fascismo europeu, no fundamentalismo islâmico. Sempre, o primeiro inimigo do totalitarismo foi o judeu. E nestes tempos de dependência energética e confusão social, Israel encarna, em própria carne, o judeu de sempre.
Um pária de nação entre as nações, para um povo pária entre os povos. É por isso que o antissemitismo do século de XXI foi vestido com o disfarce efetivo da crítica anti-Israel. Toda crítica contra Israel é antissemita? Não. Mas, todo o antissemitismo atual transformou-se no preconceito e na demonização contra o Estado Judeu. Um vestido novo para um ódio antigo. Benjamim Franklin disse: "onde mora a liberdade, lá é a minha pátria". E Albert Einstein acrescentou: "a vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem o mal, mas por aquelas que ficam sentadas vendo isso acontecer". Este é o duplo compromisso aqui e hoje: nunca se sentar vendo o mal passar e defender sempre as pátrias da liberdade.
Tradução: Irene Walda Heynemann
domingo, 31 de janeiro de 2010
Judeus abandonam cidade sueca.

Nem mesmo os apelos cínicos do prefeito Ilmar Reepalu (foto ao lado) que pede que os judeus "se distanciem" publicamente da política israelense e mais particularmente das "violações dos direitos da população civil de Gaza" tem conseguido frear os tumultos na cidade sueca.
Esse mesmo prefeito, no entanto, defende como necessária a autodeterminação árabe-muçulmana, mas acha que o sionismo, que é a autodeterminação dos judeus em sua própria terra (Israel) racismo! Chegou a dizer em uma entrevista que o sionismo é extremismo...
Essa é, portanto, a Eurábia de hoje. Os muçulmanos dando as cartas, ditando a política junto com a esquerda, e as minorias abandonando os países em busca de liberdade.
A notícia veio do Le Monde e do Haaretz de Israel.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Parceria nazista - islâmica em Auschwitz-Birkenau.


Sabe-se que foi encontrado em novembro de 2008, mas não se sabe (?) onde. A versão oficial seria "que quando foi feita uma reforma num apartamento as plantas foram encontradas por trás de uma parede", mas não se forneceu o endereço. Por que? Qual é o segredo? Qual é a razão do mistério? Todas as atenções estão voltadas para os desenhos, o projeto em si, mas não para o local onde foi encontrado, e este sim é importante, e torna-se mais importante na medida em que não está sendo mencionado.
Antes de elucidar o mistério para você, leitor, pergunto-lhe, você já ouviu falar do grande Mufti de Jerusalém, Hajj Muhammad Amin al Husseini, fundador após a II Guerra Mundial, do Congresso Islâmico Mundial, que é um antecessores da jihad global que nos assola hoje? Husseini foi um dos mentores do terrorista Yasser Arafat; foi hóspede privilegiado de Hitler; foi recebido com todas as honrarias pelo III Reich; planejou a construção de um campo de extermínio em Nablus, cidade que hoje está sendo chamada de "território ocupado" por Israel.
Maiores detalhes sobre a vida do cidadão você pode e deve ler no ótimo site http://www.hirhome.com/.
Pois bem. Ao que tudo indica o projeto de Auschwitz-Birkenau foi encontrado num apartamento da rua Albertstrasse 5, em Berlim, que o famigerado Grande Mufti usava como lugar para estudos! Daí o segredo!! O conluio nazista-islâmico está sendo mantido até nossos dias. A Europa livre de judeus, quase conseguida pelos nazistas, com a participação de praticamente todos os países (leiam Daniel Goldhagen), e com a valiosíssima colaboração dos muçulmanos, hoje está sendo reivindicada pelos muçulmanos com a sua jihad.
O próprio Mufti escreveu em seu diário que "nossa condição fundamental para cooperar com a Alemanha é carta branca para erradicar a Palestina e o mundo árabe dos judeus. Pedi a Hitler para explicitamente nos permitir a resolução do problema judaico de uma maneira que atenda nossas aspirações nacionais e raciais, e de acordo com os métodos científicos inovadores alemães no tratamentos dos judeus. A resposta que obtive foi: "os judeus são seus".
Husseini incitou os seguidores pro-nazistas com as palavras:" levantem-se ó filhos da Arábia. Lutem por seus direitos sagrados. Aniquilem judeus onde quer que os encontrem. O sangue derramado deles agrada Allah, nossa história e religião. Isso salvará nossa honra."
Em 1944 um comando árabe-alemão sob as ordens de Husseini foi lançado de paraquedas sobre Tel Aviv e envenenou poços.
Fantasia? Conspiração da internet? Delírio?
Tudo está documentado. A fonte é o fantástico site da Pamela Geller, Atlas Shrugs, inclusive com fotos e toda a história da descoberta do projeto, da compra do mesmo pelas revistas alemãs etc.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Dia do Holocausto
Não gosto da palavra. Holocausto significa outra coisa, significa sacrifício (holokauston em grego), onde as vítimas eram inteiramente queimadas.
Os judeus não foram apenas queimados. Foram mortos de todas as maneiras. Foram ASSASSINADOS, CHACINADOS.Ninguém se sacrificou. Ninguém foi sacrificado. Não foi isso.
Mas não vou entrar no mérito.
Aos que ainda insistem em negar, e parece que andam ressurgindo da lama aos montes, costumo responder com uma pergunta: está bem. Não existiu. E onde estão meus avós maternos? E meus avós paternos? E tios? E tias? E primos? E primas? Meus pais escaparam. Vieram para o Brasil.
Eu mesmo nasci na antiga Europa (hoje Eurábia e pronta para outro massacre) e vim para cá menino ainda e me orgulho de ser brasileiro por adoção (dizem que assim se é mais brasileiro, pois se escolhe ser brasileiro) e me preocupo com o futuro deste continente chamado Brasil.
Um minuto de silêncio em respeito, por favor.
Wilders, Corão e Minha Luta.
No prestigioso Wall Street Journal saiu um artigo de Leon de Winter mencionando a estratégia de defesa de Wilders. Eu trouxe ao leitor do blog um pequeno trecho para possa avaliar até que ponto poderá se chegar na corte holandesa.
O julgamento poderá levar a uma enorme crise entre a Holanda e o mundo islâmico, pois uma das coisas que Geert diz é que o Corão é igual ou pior do que o Mein Kampf de Adolf Hitler, no seu ódio aos judeus e no seu incitamento ao genocídio desse povo (a respeito recomendo o artigo
http://www.imil.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/).
A defesa, então, vai convocar vários especialistas internacionais e alguns muçulmanos radicais, inclusive Mohammed Bouyeri o assassino de Theo van Gogh e o ayatollah Mesbah Yazdi, um notório antissemita e mentor religioso de Ahmadinejad, que irão depor sobre a mensagem do Corão, e que mostrarão se Wilders tem razão ao comparar os dois livros.
Se ficar provado o que ele disse então não poderá ser condenado por ter dito a verdade.
Assim, a equipe de defensores vai se concentrar nos parágrafos extremamente violentos do Corão e compará-los com o Mein Kampf (Minha Luta).
A promotoria não se opos ao chamamento das testemunhas para que fossem esclarecidos pontos do Corão e do Mein Kampf, mas reclamou do alto número das mesmas, embora os juízes devam admitir a maioria.
De acordo com muitos pesquisadores provavelmente há mais menções antijudaicas no Corão do que no livro de Hitler, e, portanto, os juízes deverão julgar que Geert Wilders estava certo ao comparar os dois livros.
Qualquer coisa é concebível neste julgamento absurdo.
Não custa lembrar que Wilders é o autor do filme Fitna (que você pode ver clicando na página principal do blog do lado direito), que mostra passagens do Corão ao lado de atos terroristas que mataram milhares de pessoas, o que desagradou profundamente os mulás praticantes da religião de paz e amor, e desde então vive sob forte proteção, mudando de casa, já que está ameaçado de morte.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Fama em Portugal.Brasil ganha importância com a família Lula da Silva.
Ontem postei matéria onde vimos que o jornal El País da Espanha elegeu Lula como um dos 5 hipócritas do ano de 2009, hoje vi que um dos filhos de nosso guia está ganhando fama como um dos grande empreendedores do país em terras lusitanas.
Estamos realmente ficando importantes.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
A nova face de Tel-Aviv
Os judeus formam um grupo admiravelmente capacitado. Eles significam apenas 0,2% da população mundial, mas têm 54% dos campeões mundiais de xadrez, 27% dos ganhadores do Nobel de Física e 31% dos de Medicina.
Os judeus representam 2% da população dos EUA, mas são 21% dos alunos da Ivy League, 26% dos homenageados pelo Kennedy Center, 37% dos diretores ganhadores de Oscar, 38% de uma lista recente da Business Week com os principais filantropos, 51% do vencedores do Prêmio Pullitzer na categoria de não-ficção.
Em seu livro The Golden Age of Jewish Achievement (em português, A Era Dourada das Realizações Judaicas), Steven L. Pease apresenta um lista de explicações dadas para esse recorde de realizações.
A fé judaica encoraja a crença no progresso e na responsabilidade pessoal. Ela é baseada no aprendizado, não no ritual. A maioria dos judeus desistiu ou foi forçada a desistir da agricultura na Idade Média; desde então, seus descendentes têm vivido de suas habilidades. Migraram frequentemente, com ambição e perseverança de emigrantes.
Eles se agruparam em centros importantes no mundo todo e se beneficiaram da endêmica tensão criativa de tais lugares.
Só uma explicação não consegue justificar o recorde de realizações dos judeus. O curioso é que Israel não tem sido geralmente mais forte em áreas nas quais, durante a Diáspora, os judeus eram os mais fortes.
Em vez de pesquisa e comércio, os israelenses se viram forçados a dedicar suas energias para a guerra e para a política.
Milton Friedman costumava dizer, brincando, que Israel desmentiu todos os estereótipos do judeu. As pessoas pensavam, por exemplo, que os judeus eram bons cozinheiros, bons administradores e péssimos soldados. Israel provou que elas estavam erradas.
Mas isso mudou.
As reformas econômicas de Benjamin Netanyahu, a chegada de um milhão de imigrantes russos e a estagnação do processo de paz provocaram uma grande mudança histórica. Os israelenses mais capazes estão indo para a tecnologia, não para a política. Isso teve um efeito prejudicial na vida pública do país, mas foi um tonificante para a economia.
Tel-Aviv se tornou um dos principais polos empreendedores do mundo. Israel tem, per capita, bem mais, lançamentos de empresas de tecnologia de ponta do que qualquer outro país. É campeão em gastos com pesquisas e desenvolvimento civís. Está em segundo lugar, atrás dos EUA, em número de empresas listadas na Nasdaq. Israel, com 7 milhões de habitantes, atrai tanto capital de risco quanto a França e a Alemanha juntas.
Como Dan Senor e Saul Singer escreveram em Start-Up Nation:
The Story of Israel's Economic Miracle (em português, Um País de Lançamentos de Empresas: A História do Milagre Econômico de Israel), o país agora possui um cluster de inovação clássico, um local onde obsecados por tecnologia trabalham bem próximos e se alimentam das ideias uns dos outros.
Por causa da força da economia, Israel aguentou a recessão global razoavelmente bem. O governo não teve de ajudar seus bancos ou desencadear um explosão de gastos a curto prazo. Em vez disso, usou a crise para solidificar o futuro da economia a longo prazo, ao investir em pesquisa e desenvolvimento e em infraestrutura, aumentou alguns impostos de consumo e promete cortar outros a médio e longo prazos. Analistas da Barclay's escreveram que Israel é"o caso de recuperação mais forte" na Europa, Oriente Médio e África.
O sucesso tecnológico de Israel é fruto do sonho sionista.
O país não foi fundado para que colonos errantes pudessem ficar entre milhares de palestinos zangados em Hebron. Ele foi fundado para que
os judeus pudessem ter um local seguro para ficar juntos e criar coisas para o mundo. Essa mudança na identidade israelense tem implicações duradouras. Netanyahu prega a visão otimista: a de que Israel vai se tornar o Hong Kong do Oriente Médio, com benefícios econômicos transbordando para o mundo árabe. De fato, há várias evidências apoiando essa visão, em locais como Cisjordânia e Jordânia.
Mas é mais provável que o salto econômico de Israel vá ampliar a diferença entre ele e seus vizinhos. Todos os países da região falam em promover a inovação. Alguns países ricos em petróleo gastam milhões de dólares tentando montar centros de ciência. Contudo, locais como o
Vale do Silício e Tel-Aviv são criados por uma confluência de forças culturais, e não por dinheiro. Os países vizinhos não têm a tradição de troca intelectual livre nem de criatividade técnica. Por exemplo, entre 1980 e 2000, os egípcios registraram 77 patentes nos EUA; os sauditas, 171; e os israelenses, 7.652.
O boom tecnológico também cria uma nova vulnerabilidade. Como Jeffrey Goldberg, do The Atlantic, argumentou, esses inovadores são as pessoas mais móveis do planeta. Para destruir a economia de Israel, o Irã não precisa mesmo jogar uma bomba nuclear no país. Ele só precisa provocar instabilidade suficiente para que os empresários decidam que é melhor se transferirem para Palo Alto, onde muitos deles já tem contatos e casas.
Os judeus norte-americanos costumavam manter um pé em Israel caso as coisas ficassem ruins por aqui. Agora os israelenses estão mantendo um pé nos EUA. Durante uma década de pressentimentos cinzas, Israel se tornou um sucesso impressionante, mas também
um sucesso altamente móvel.
David Brooks é jornalista, colunista do New York Times e autor de A Sociedade na Era da Informação e Bubos No Paraíso - Burgueses Boêmios Tradução: Rodrigo Garcia
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Novo campeão de Xadrez da FIDE.

Gelfand, nascido em Minsk, na Bielorússia, emigrou em 1998 para Israel é considerado veterano, (nasceu em 1968) enquanto Ponomariov, que já venceu a Copa, é bem mais jovem e é tido como especialista em finais de partida e hoje perdeu justamente 2 finais de cavalo e peões.
Em 1988 Boris foi campeão mundial de juniors (empatado) e sempre figurou entre os mais fortes jogadores do mundo, tendo sido apontado por Kasparov como seu sucessor, o que jamais se concretizou, entretanto.
Hoje ele é o 7º do ranking mundial, mesmo sendo veterano, o que no xadrez não é pouca coisa, quando se sabe que há talentos cada vez mais jovens.
Parabéns do Grandcapi ao novo campeão!
domingo, 13 de dezembro de 2009
Razão pela qual não há igrejas na Arábia Saudita.
A argumentação é baseada ainda, como não poderia deixar de ser, no Corão que, aí sim, proíbe que qualquer outra religião seja praticada na Arábia Saudita (e esta uma das queixas de Bin Laden em relação à família real saudita que permitiu que infieis conspurcassem a terra santa)
Assista e veja o raciocínio.
sábado, 12 de dezembro de 2009
De burquinis e modos de vida.

Os empregados da piscina não concordaram e a discussão agora foi até o prefeito local.
Como se sabe um burquini é um traje de banho que cobre o corpo todo, desenhado especialmente para mulheres muçulmanas, mas ele deixa os pés e as mãos de fora, e as tais mulheres dizem que não se sentem à vontade com homens estranhos vendo essas partes do corpo.
Egbert de Vries, que dirige o distrito de Oud-Zuid, disse que não teria sentido barrar homens da piscina por esse motivos, mas admitiu criar horários especiais para homens e mulheres (já é uma vitória para "eles"), já que há horários para nudistas nadarem à vontade.
Um membro do Parlamento holandês, Paul de Krom, declarou que tudo isso é bizarro e que o mundo está de cabeça para baixo (aplausos para ele), acrescentando que "se querem nadar de burquini e pedir para que os homens deixem a piscina, que façam isto em Casablanca".
A notícia veio do Telegraaf (holandês).
É, portanto, assim, que funciona. Conseguem algo pequeno. Depois mais exigências. Mais uma e assim vão, até que quando se vê mudaram o modo de vida do bairro, do estado, do país e de tudo o que se conhecia.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Judeus sefarditas de Salonica.

Antes do início da Segunda Guerra Mundial, havia cerca de 56.000 judeus a viver na cidade-porto de Salónica. No final da guerra, quase 98% da comunidade judaica de Salónica tinha perecido nas câmaras de gás, trabalho forçado, fome e doença em Auschwitz-Birkenau. Somente 11.000 Judeus em toda a Grécia (de um total de população pré-guerra de 77.000) sobreviveu ao Holocausto, dos quais aproximadamente 1.100 voltaram directamente dos campos de morte nazis.
Salónica foi outrora o centro da vida religiosa e cultural sefardita e da vida intelectual judaica no geral, que ostentava instituições culturais como teatro Judeo-Espanhol, imprensa, literatura secular e música. A cidade ficava virtualmente parada no sábado, o Shabbat.
No entanto, a maioria dos sobreviventes sefarditas acreditam que os ashkenazitas marginalizaram o seu sofrimento. Eles acreditam que as experiências deles foram tratadas como uma reflexão tardia pelos académicos e organizações, mais notadas no Yad Vashem e nos Museus do Holocausto em Jerusalém, Israel e Nova Iorque. Ambos citaram numerosas fontes para provar o contrário.
A comunidade judaica de Salónica floresceu durante muitos séculos. Tão tarde quanto 1912 os judeus eram o maior grupo étnico-religioso na cidade. Mas em 1917, um grande fogo devastou Salónica, facto que deixou os judeus fragmentados e os empobreceu. Com o advento de nacionalismo grego e a reorganização dos Cristãos Ortodoxos na Grécia em 1923, os judeus de Salónica começaram crescentemente a sentir-se marginalizados. Antes das duas guerras mundiais, ocorreram fenómenos periódicos de anti-semitismo, tais como a tradução em grego da falsificação afamada, "Prótocólos dos Sábios de Sião", em 1928. É possível que entre 20.000 a 25.000 judeus tenham deixado a cidade antes da Segunda Guerra Mundial estourar.
Em Abril de 1941, a Alemanha nazi invadiu a Grécia. O Rei George II sai de Atenas e um regime fantoche pró-Eixo é instalado, com o país dividido em três zonas diferentes: Atenas e certas ilhas estavam debaixo do controle de Itália; Macedónia oriental estava debaixo do controle de Bulgária; e Salónica era controlada pelos Nazis. Logo, um gueto foi criado para os judeus de Salónica onde eram forçados a usar uma estrela amarela. Espectáculos de humilhação pública para com os judeus tornaram-se um lugar-comum e não levou muito tempo a estes serem deportados para campos de concentração, em Março 1943. Aproximadamente um quinto da população de Salónica era deportada, que conduziu ao saque difundido de casas e negócios pertencentes a judeus.
O Rabino Chefe de Salónica era na ocasião Zvi Koretz, uma figura particularmente controversa. Um rabino ashkenazita ordenado em Viena, que se tinha tornado o rabino principal de Salónica em 1933. Detentor de um doutoramento em Árabe e Filosofia Medieval Islâmica no Instituto de Estudos Orientais de Hamburgo, foi acusado no pós-guerra por sobreviventes gregos do Holocausto de ser um colaborador dos nazis. Koretz tornou-se o rabino principal numa altura em que a liderança judaica procurava uma aproximação mais moderna para o Judaísmo na cidade, essencialmente depois do líder tradicionalista, Haim Habib, ter recusado dar um aperto de mão à rainha grega por motivos de modéstia e recato religioso (Tzniut). Mas o acontecimento teve o efeito oposto e Koretz tornou-se impopular devido ao seu comportamento rígido e arrogante. Foi preso pelo exército alemão um mês após a invasão da Grécia e foi enviado de volta para Viena onde esteve preso oito meses, acusado de promulgar propaganda anti-alemã.
Em 1940, Koretz protestou activamente o bombardeamento italiano da Igreja de Santa Sophia em Salónica, facto que causou suspeita a muitos judeus gregos que colocaram a hipótese deste ter sofrido uma "lavagem ao cérebro" pelo Nazis e se tornar seu colaborador. Além disso, ele serviu cooperação às autoridades alemãs no início de 1940 e foi forçado pelo Nazis a encabeçar o Conselho Judaico local. Neste papel, teve oportunidade de negociar a libertação de 4.000 jovens judeus levados para trabalho forçado, mas não conseguiu os fundos necessários para manter o cemitério judaico com mais de 500 anos, um dos maiores na Europa. Os alemães demoliram-no e usaram as lápides para a construção de estradas, piscinas e urinóis.
Na primeira grande acção pública contra os judeus de Salónica, o General Kurt von Krenzski, chefe das forças alemãs no norte da Grécia, ordenou todos os homens adultos judeus a juntar-se na Praça de Eleftheria na manhã de 11 de Julho de 1942 com o fim de registar todos os homens para detalhes de trabalho. Em vez de tarefas de trabalho foram mantidos quase 10,000 homens parados ao sol durante o dia inteiro enquanto os soldados alemães e italianos os humilharam em frente à população não-judia forçando-os a tarefas desagradáveis. Aqueles que desfaleciam do calor e cansaço eram espancados pelas tropas e encharcados com água até se colocarem novamente de pé.
A solução-final começou na Grécia em Fevereiro de 1943, com a chegada de dois proeminentes oficiais nazis, Dieter Wisliceny (ajudante íntimo para Adolph Eichmann que supervisionou muitas deportações) e Alois Brunner. Quando os dois chegaram a Salónica, ordenaram imediatamente medidas anti-judias que o Rabino Koretz aconselhou os judeus a aceitarem. Em contraste com o rabino principal em Atenas, Elias Barzilai que encorajou que a comunidade fugisse, Koretz falou aos judeus que eles seriam reorganizados em segurança na Polónia e eventualmente encontrariam trabalho num outro lugar - de acordo com algumas crónicas de então.
Muitos notáveis de Salónica e judeus da restante Grécia foram um símbolo de coragem durante a guerra. O campeão boxeur meio-peso, Jacko Razon, contrabandeava sopa para os ocupantes famintos na cozinha de Auschwitz-Birkenau, onde ele trabalhou. Jacko Maestro de apenas quinze anos de idade tornou-se coordenador de trabalho de 10.000 reclusos e salvou várias vidas subornando guardas alemães. Em 1944, os Sonderkommando gregos organizaram uma revolta nos crematórios matando vários guardas nazis. Isaac Baruch conseguiu pôr uma bomba no forno crematório "Crematorium III", no qual o edifício foi destruído. Os conspiradores foram executados publicamente, enquanto entoavam canções tradicionais gregas e o hino nacional grego.
No término da guerra, mil judeus sobreviventes de Salónica voltaram à cidade para encontrar as suas casas e negócios assumidos por gregos que recusaram renunciar controlo da propriedade pilhada. A maioria escolheu deixar a cidade onde nasceram, seguindo para os Estados Unidos ou Palestina. Hoje, há cerca de 250 judeus gregos a viver em Israel.
(MATÉRIA EXTRAÍDA DE www.mordecaizvi.blogs.sapo.pt)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Judeus chineses chegam a Israel.
Já viu judeus chineses? Pois o vídeo acima mostra um grupo chegando a Israel e logo depois indo ao Muro das Lamentações. É comovente ver como consideram que após muito tempo estão "voltando para casa".
De minaretes, judeus e intolerância.

O que estranho é que judeus estejam do lado dos islamo-fascistas, falando em intolerância, quando a questão é justamente a intolerância dos muçulmanos. Não dá para se comparar os judeus alemães da década de 30 do século XX com o que aconteceu na Suíça, ou com a Europa de hoje. Os judeus alemães eram os mais bem integrados de todos. Eram na verdade alemães,não saíam às ruas criando tumultos,não eram criminosos, não integravam as estatísticas como estupradores, não queriam transformar a sociedade alemã, não queriam impor sua religião à Alemanha, não gritavam “morte aos alemães”, como gritam os muçulmanos em suas passeatas (morte aos judeus).
Os muçulmanos que hoje estão em toda a Europa sim. Não só os que estão na Suíça, mas em toda a Europa.Querem impor seu modo de vida. Não se integram. Quando chamo aqui o velho continente de Eurábia não estou inventando um termo, estou apenas e tão somente usando o nome de uma antiga revista árabe que se chamava Eurábia...Significativo,não? E não sou o único a usá-la. Há muita gente séria a empregar tal palavra.
Não dá para comparar um minarete, que não é mencionado no Corão, com o campanário de uma igreja. A proibição tem um simbolismo, como o minarete tem. O minarete é político, por isso é cada vez mais alto, por isso é propositadamente mais alto do que a igreja, onde quer que seja construído. Como bem viram os suíços, primeiro os minaretes, depois as burcas, depois a sharia.Se não se aceita, ameaças, tumultos, tumultos e até assassinatos, como o de Theo van Gogh e de outros que antes ou depois são rotulados de xenófobos ou de neo-nazistas.
O islamismo além de religião é uma ideologia, e isto precisa ser compreendido pelos judeus e não-judeus. O islamismo é supremacista, quer conquistar o mundo, pois isto é mandamento de Allah. Está escrito no livro sagrado, o Corão.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Egito constroi muro de ferro em fronteira com Gaza.
O Egito começou a construir um muro de ferro de cerca de dez quilômetros de comprimento em sua fronteira com a Faixa de Gaza para frear o contrabando de alimentos, bens e armamento ao território sob bloqueio israelense, revela hoje o jornal israelense "Ha'aretz". A barreira entrará no solo até 20 ou
OU SEJA, quero ver a imprensa e os tais grupos de direitos humanos e ONGS agora gritarem, espernearem, protestarem contra o muro egípcio como fizeram quando Israel construiu um para se proteger dos ataques terroristas que mataram muita gente. Os "irmãos em Allah" estão construindo um muro e não recebem seus, se posso assim chamar, patrícios, aumentando a vigilância e a repressão. Mas é claro que a culpa será de Israel, como sempre, pois se não fosse a "ocupação" (que já acabou faz muito tempo, mas que é sempre mencionada) o muro egípcio não seria necessário.Aguardem só.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Cristãos presos no Marrocos por pregarem a sua fé.
A polícia de Oujda, no Marrocos, prendeu 17 pessoas na última sexta-feira, por estarem reunidas sem a devida autorização para a divulgação da fé cristã.
Os trabalhos de proselitismo trazem problemas para os valores do reino marroquino, segundo um comunicado do ministério do interior daquele país, citado pela agência Maghreb Arabe Presse, citado pelo site Bivouac-AD.
A mesma fonte sublinhou que em meio aos detidos havia estrangeiros, dos quais 2 sulafricanos, e um da Guatemala, além de um suíço.
Em março o Marrocos expulsou cinco mulheres de origem eupeia após acusá-las de atividades missionárias cristãs em seu território.
Hezbollah no Conselho de Segurança da ONU.
Isso quer dizer, então, que aquela organização terrorista terá voz ativa em resoluções que poderão condenar Israel, em decisões que podem levar à paz na região, em sanções contra o Irã e assim por diante...
Já não era muito bom ter cadeiras ocupadas pela Líbia, Sudão, Argélia e o próprio Irã na Comissão de Direitos Humanos, e agora o Hezbollah. Está faltando o quê? Al Qaeda e o Hamas?
E ainda há gente que leva a ONU a sério...





